mort@lidades
 
A mortalidade é considerada uma medida directa das necessidades em cuidados de saúde, reflectindo a carga global da doença na população, não só em termos da incidência da doença, como da capacidade de a tratar. Daí a importância dos indicadores de mortalidade no processo de planeamento da saúde e dos serviços de saúde. Tendo por objectivo estudar a mortalidade na região Norte no período de 2001 a 2005 foram desenvolvidas três aplicações informáticas que permitem aceder, de um modo simples e amigável, a informação relevante sobre mortalidade.

 

mort@lidades.geres - Mortalidade Geral e Específica

A análise da mortalidade geral e específica tem por objectivo a caracterização da distribuição geográfica de diferentes causas de morte na região Norte. É utilizada a taxa de mortalidade padronizada pela idade para observar a evolução de cada uma das causas de morte no quinquénio 2001-2005 e para fazer a análise comparativa, com recurso à visualização através de mapeamentos, entre diferentes unidades territoriais da região, ao nível das NUTS III e Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) / Unidades Locais de Saúde (ULS).

Aplicação  |  Guia do Utilizador  |  Documento PDF (9,8 MB)

mort@lidades.prop - Mortalidade Proporcional

A análise da mortalidade proporcional permite identificar, ao nível da região, o “peso” relativo de cada causa de morte no total dos óbitos ocorridos, nos óbitos prematuros (ocorridos antes dos 65 anos de idade) e nos óbitos ocorridos em cada fase do ciclo de vida (ou seja, por cada grande grupo etário), para ambos os sexos e por sexo. Pode observar-se a sua evolução ao longo do quinquénio 2001-2005 e permite também, para cada causa de morte, observar a distribuição percentual pelas diferentes fases do ciclo de vida.

Aplicação  |  Guia do Utilizador  |  Documento PDF (1,9 MB)

mort@lidades.evita - Mortalidade Evitável

A análise da mortalidade evitável considera um conjunto de mortes teoricamente evitáveis através de intervenções de carácter preventivo (mortes evitáveis sensíveis à promoção da saúde) ou curativo (mortes evitáveis sensíveis aos cuidados médicos) e permite, por exemplo, inferir sobre a efectividade das intervenções dos serviços de saúde e, portanto, do seu impacto na saúde das populações. Não pretende ser mais do que um indicador de potenciais fragilidades (pontos fracos) do sistema de prestação de cuidados e, assim, poder funcionar como uma espécie de sistema de “alerta”. Permite, também, informar/ orientar o Planeamento estratégico em Saúde.

Aplicação  |  Guia do Utilizador  |  Documento PDF (2,4 MB)

Este trabalho resultou de uma colaboração entre a Unidade de Planeamento em Saúde do Departamento de Saúde Pública (DSP) da ARS Norte, I.P., e a Divisão de Epidemiologia da Direcção de Serviços de Epidemiologia e Estatísticas de Saúde da Direcção-Geral da Saúde. Insere-se, também, na estratégia de comunicação em Saúde Pública que o DSP tem vindo a desenvolver.

 

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